Doctor Who: 10 coisas que talvez você não saiba sobre “The Angels Take Manhattan”

The Angels Take Manhattan é um episódio difícil de assistir para os mais chegados da família TARDIS – que envolve Amy Pond, seu marido Rory, a filha River Song com o seu (futuro) (ou passado) marido, o Doutor. E aqui está 10 coisas que você talvez não saiba sobre esse episódio.

Amy e Rory já estavam gradativamente criando vidas independentes do amigo viajante do tempo, mas se sentiram confiantes para mais uma (ou duas) aventuras depois da aprovação vinda do pai de Rory.

Infelizmente, a associação ao Doutor combinada com a incrível capacidade de Rory de morrer e voltar à vida levou esta história a um fim.

Abaixo estão algumas curiosidades para prestar atenção na próxima vez que você assistir ao episódio:

Embora o grande final tenha vindo por causa da Estátua da Liberdade na forma de weeping angel – algo que Steven Moffat disse que os fãs sugeriram desde a primeira vez que eles (weeping angels) apareceram no episódio Blink – o plano original era que Amy e Rory fossem separados do Doutor pelos Daleks. Durante férias em Nova York, Steven percebeu que ele queria que Amy e Rory tivessem a última aventura na cidade, mas sabia que o Décimo Doutor já tinha passado por lá com Daleks in Manhattan/Evolution of The Daleks e, então, optou por trazer os Weeping Angels.

O Doutor é visto checando seu cabelo numa placa de metal onde se lia “Type FD 12 MK V11 Rolls Royce Motors Crewe England”, deixando espaços em branco para números de série e uma combinação alfa-numérica.

O que, claro, causou um furor de comentários online dos fãs tentando desvendar o significado da informação na placa. O FD12 foi um tipo de mecanismo feito por uma empresa de Cheshire chamada Fodens, que produzia equipamentos marítimos. De acordo com um ex funcionário, o mecanismo tinha uma proteção de alumínio, que o tornava ideal para caçadores de minas que tentavam evitar minas magnéticas. Especula-se que a Rolls Royce comprou os direitos do design da Fodens.

Haviam também planos para ter múltiplos Rorys e múltiplos Sam Garners em vários quartos diferentes do Winter Quay e para a TARDIS ser desviada quando tentava pousar em Nova York, terminando num vilarejo Viking.

Também, o vaso em que o Doutor escreveu a palavra “yowza!” foi originalmente pensado para ser uma caixa quebra-cabeças no formato da TARDIS. River colocaria o manipulador de vórtex dentro dela quando estavesse no escritório de Grayle para, depois, o Doutor encontrar a caixa num museu futurista e usar o aparelho para viajar de volta para a casa de Grayle.

Enquanto isso, Grayle teria sido transportado para a China antiga, na mesma oficina em que a caixa quebra-cabeça foi originalmente criada. Mas, daí, a ideia foi mudada para que ele terminasse como um escravo na Renascença, um fato que só seria revelado quando o seu rosto aparecesse em um dos quadros. No final, todas as ideias foram postas de lado durante a produção, escolhendo deixar esta parte da história incerta.

No começo do episódio, nas cenas em que o Doutor está lendo o livro, Amy é vista dando uma olhada no The New York Record, um jornal fictício que previamente apareceu em “Daleks in Manhattan”.

É possível encontrar uma ligação entre Sherlock Holmes e o roteiro do Moffat, pois, se você checar, o primeiro capítulo do livro da Melody é chamado “The Dying Detective” que também é o título de uma história escrita por Sir Arthur Conan Doyle, que faz parte da coletânea O último adeus de Sherlock Holmes. É difícil acreditar que tenha sido coincidência que a TARDIS aterrissou no ano 221 AC, lembrando que o endereço de Sherlock é 221B Baker Street.

A ideia dos Weeping Angels na forma de querubins veio da fonte Betesda, no Central Park. Emma Stebbins, que fez o design, colocou um anjo no centro da fonte – conhecido como Angel of Waters – rodeado por quatro querubins que representam paz, saúde, pureza e moderação. Numa das viagens para conhecer melhor o lugar que o episódio foi filmado, Steven Moffat viu os querubins e deu uma nova forma para os Weeping Angels.

Na cena final, em que o Doutor está lendo uma página com a despedida de Amy, Matt Smith contou com Karen Gillan recitando as falas (para ele) fora do alcance das câmeras, para ajudá-lo encorporar o momento.

Se você olhar nos créditos no final do episódio, verá o nome Zac Fox aparecer como Photoshoot PA. Na verdade, Zac Fox deveria ter parecidos nos créditos de “Asylum Of The Dalekes”, mas por uma falha na produção, acabou sendo esquecido.

Matéria original: Anglophenia

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